CAMILA CARVALHO

💁‍♀️  Jornalista, especialista em marketing e redes sociais com foco no uso consciente da tecnologia 🧠 

Sou apaixonada por histórias e pessoas, então escolhi o jornalismo. Mas, eu sempre fui a mocinha do Orkut e do MySpace. Por sorte, as minhas paixões se conectam nas redes sociais. Ao longo da minha carreira, sempre prezei por princípios éticos e morais nos meus posicionamentos. Algo muito parecido com o juramento do jornalismo que fiz na faculdade. Nos meus trabalhos, priorizo o compromisso com a verdade e a com informação estratégica. 

SENTA QUE LÁ VEM O TEXTÃO...

O que você queria ser quando crescer? No auge dos meus 10 anos, sonhava com profissões julgadas como difíceis na década dos anos 90 para 2000. Assistia Chiquititas e queria ser atriz. De alguma forma eu queria me comunicar com as pessoas, imaginava que tinha que estar na televisão.

Filha de pai que trabalhou a vida toda na indústria e mãe professora até aposentar, com 15 anos comecei a idealizar a minha jornada. O ano era 2004 e a internet começava a ficar mais rápida com a banda larga. Nesse mesmo ano, o Orkut foi lançado e um ano antes, o MySpace ganhou o mercado para promover bandas e artistas. Eu já usava amplamente o MSN pra conversar com os meus amigos.

No vestibular, fiquei em dúvida entre direito e jornalismo. Em ambos, entendia que havia um importante papel social a ser desempenhado e isso me fascinava. Por uma determinação da faculdade, todos os alunos que se matricularam tiveram que cursar dois anos do Tecnólogo de Comunicação Empresarial, com disciplinas de publicidade e marketing. Isso abriu a minha cabeça para um universo completamente novo. A gente não tinha a quantidade de informações sobre mercados como temos hoje. Entre aulas de Photoshop e estrutura de sites, ficava cada vez mais encantada.

Logo no primeiro ano, consegui o meu primeiro estágio em uma rádio local. Comecei como estagiária e logo fui efetivada. Fazia redação, escrevia laudas, entrevistas, apresentava boletins e diariamente tinha espaço ao vivo nos jornais. Depois de dois anos e meio eu fui demitida, pela primeira e única vez na minha carreira. A situação me causou um desconforto que ao tentar me lembrar sobre os motivos do desligamento, minha lembrança os bloqueou.

Meu segundo estágio foi com Assessoria de Comunicação e Imprensa em uma autarquia do Poder Público. Entre as minhas atividades, a que mais me marcou era um jornal do banheiro em que colocava as notícias importantes em um modelo de Word. Essa experiência me levou ao primeiro emprego depois de formada, também com assessoria de imprensa no setor público, mas desta vez, na produção de releases.

O auge dos meus 20 anos foi marcado pelas listas pra balada enviadas via depoimento no Orkut, páginas de música no MySpace e conversas aleatórias no chat UOL e MSN. Embora eu fizesse tudo de uma forma intuitiva, jamais imaginaria que os meus anos seguintes seriam pautados por esse novo modelo de trabalho.

Vi a obrigatoriedade do diploma de jornalismo cair e com ele parte do meu sentimento. Quando fiquei desempregada pela primeira vez, encontrei uma oportunidade durante uma reunião com um empresário que estava me contratando para um projeto de assessoria de imprensa. Foi então que assumi de vez o marketing digital, em 2013, na ocasião para promover eventos.

Na época, não tinha condições de fazer cursos e tudo que aprendi foi na prática. Entre uma agência e outra, atendi mais de 100 clientes com demandas de planejamento, conteúdo, SAC, performance, monitoramento, relacionamento, campanha, dados, mensuração, treinamento, palestras. Não é possível fazer uma ordem cronológica desses acontecimentos, mas depois que eu passei por uma emissora de TV, tive uma virada de chave que me colocou com os dois pés pra dentro das redes sociais.

Depois de atuar diretamente com: Colinas Shopping, CCR Nova Dutra, Huesker, Rede Vanguarda, Mogi Shopping, Uniodonto São José dos Campos, Esfera Escola Internacional, Sphere International School, Limeira Shopping, Spani Atacadista, Urupema Shopping, ITA, Grupo Original, Serramar Laticínios e Agro, Terras do Vale, Villarreal Supermercados, Prefeitura de Caçapava, Reflora, Prefeitura de Jacareí, Smart Outlets, entre tantos outros que eu poderia ficar um tempão aqui escrevendo, pude aprender lições valiosas sobre o mercado e o papel de cada um deles.

Formei e coordenei uma equipe com profissionais maravilhosas e tinha um maravilhosinho no meio delas. Sempre priorizei a contratação pessoas que pudessem também me ensinar algo. Aos que passaram pela minha carreira, cada um deixou um pedacinho pra me compor. Ficou ainda mais claro aquilo que eu quero ser quando crescer e transparente como água cristalina, o que eu não quero ser.

Diferente do que eu imaginava com 15 anos, que teria pra sempre uma mesma profissão, como foi com os meus pais, hoje desfruto de constantes mudanças.

Acabo de relançar o #VidadeSocialMedia que oferece cursos livres profissionalizantes mostrando o Lado A e o Lado B de se trabalhar com as redes sociais. Confesso que me questionei muito ao longo dos últimos anos, com tanta notícias falsas, falta de compromisso das empresas de tecnologia, sobrecarga de tarefas, baixa remuneração, entre outros aspectos. Mas, quando consegui encontrar o meu equilíbrio interno, que aponta uma sociedade que nunca mais será desconectada, sinto que meu papel social continua sendo me comunicar com as pessoas. E se antes eu pensava na televisão, é que eu jamais poderia sonhar com o Youtube.

Meu escritório também oferece consultorias, treinamentos, gestão de redes sociais e produção de conteúdo. O valor dos nossos serviços está ligado a uma única essência: o valor humano.

No meu currículo tenho também uma Especialização em Marketing e Redes Sociais, dezenas de cursos livres, além da minha mania de ser autodidata.

Meus planos para o futuro não acabam por aqui, sempre tenho um #vemaí.

Fica de 👀  no seu e-mail que eu tô chegando com uma news lindinha. Me tira do SPAM, hein? 😇